Quarta-feira, Março 30, 2011

Lula

Era aproveitares que estás aqui em Portugal e ficares para nos governar!

Segunda-feira, Janeiro 10, 2011

no ceiling

Comes the morning
When I can feel
That there's nothing left to be concealed
Moving on a scene surreal
No, my heart will never, will never be far from here

Sure as I am breathing
Sure as I'm sad
I'll keep this wisdom in my flesh
I leave here believing more than I had
And there's a reason I'll be, a reason I'll be back

As I walk the hemisphere
I got my wish to up and disappear
I've been wounded, I've been healed
Now for landing I've been, for landing I've been cleared

Sure as I am breathing
Sure as I'm sad
I'll keep this wisdom in my flesh
I leave here believing more than I had
This love has got no ceiling

Sexta-feira, Outubro 22, 2010

This man's got soul!


Sexta-feira, Setembro 17, 2010

Preliminares

... antes do mergulho na confusão. Mais uma vez de ida para a selva de filhos da puta, esquecendo em parte o que está para trás; os outros, os meus, eles desfocam-se... os novos nem os quero ver. Que é feito dessa gente, dessa 'minha' gente? Nem sei. Onde estão? Já não estão, o presente foi-se eu eu não saí. Quem saiu já não é, essa gente já não é, não em mim. Em mim resta apenas o fragmento da recordação do eterno presente e do futuro adiado. Eles são memória, eterna memória até ao inevitável esquecimento. Como viver esta vida em retrospectiva esquecida? Saudosismos penetram-me a carne. Não, não sou o único, mas... às vezes gostava. Penso na selva, na verdadeira.

*

Quando se regressa a uma vida robótica, consumindo oxigénio, quando acordar? Melhor, como? Que merda é esta, que desperdício, que efemeridade nos consumiu e nos consumirá a todos? O melhor carro, a melhor casa, a namorada mais boa e artificial (puta em todos os sentidos), a pila maior, a maior reputação, o maior lambe-cus - fodei-vos suas putas, suas bestas analíticas, sufoquem-se em si lesbianas hipócritas. Deiam-me verdade. "No mundo actual", "na conjectura actual, no corrente paradigma": que merda é esta, que caralho vos fodeu? A mim não me penetrará. O mundo suicida-se e bem. Caminhem, caminhem contra a evolução em nome dela - extingam-se, extingam o que nunca devia ter existido. Se Esse Cabrão existir...

*

Entro no metro, no autocarro e faço a hora, o pensamento ocorre. Já as pessoas não. Que é feito de vós? Não há como voltar. Que é feito de mim? Isto, só isto e mais nada, nem pó. Que é feito de nós, todos nós? Decidam-se que eu não consigo, (já não) estou à espera nesta sepultante alienação.


Sábado, Julho 17, 2010

areias

A minha areia está molhada em tudo quanto é lado, mergulhada só para si na minha corrupção mais absurda. A minha areia não é perfeita com o preto e branco raiado de detalhes vermelhos nem é limpa nem clara, longe disso, é escura e não se deixa agarrar, desliza-me entre os dedos deixando para trás apenas um rasto estercoso de cor negra. E tento e desespero tentando agarrá-la outra vez, uma única vez, uma única... Mas nada, nada para além do que resta, do combustível queimado em alicerces pouco fecundos. A areia está molhada, está molhada e não se deixa tocar. A minha areia está molhada e eu sou apenas um dos cabrões que não sabem.

 

Arquivo

Quem escreve (esta merda)?